O maior erro que os homens cometem com as mulheres Passamos a vida nos distraindo do barulho

3 Mai

O maior erro que os homens cometem com as mulheres Passamos a vida nos distraindo do barulho

Aquele barulho que está constantemente zumbindo no fundo, nos dizendo que não somos bons o suficiente.
Que estamos vivendo uma vida de mediocridade e sabemos, amaldiçoamos bem SABER que estamos desperdiçando nosso potencial.
Distraído, esperando, preenchendo o tempo.
Preenchendo o tempo para o que? Esperando pelo quê?!
Nada.
Não há garantia. Não nos é prometido um único segundo a mais do que temos aqui e agora.
Então, por que fazemos essas coisas?
Você acha que um “HB10” que você acabou de engessar com sua semente vai enchê-lo?
Você acha que conquistar mulher linda depois de uma linda mulher vai te encher?

Ménage à Trois, foursomes, quanto mais, melhor, certo?
Contanto que eu não tenha tempo suficiente para contemplar que maldita porra de desgraça minha vida tem sido até esse ponto, tudo é felicidade.

Entorpece a maldita dor. Beba, cante, foda-se, preencha minha vida mundana com uma tarefa sem sentido depois de uma tarefa sem sentido, para não ter que ficar sozinha nesse silêncio.
Esse silêncio.
Aquele que me julga, que me permite saber que não importa o que aconteça, não importa quantas conquistas, quão “longe” eu viajo, quão bem eu viajo, com que estilo eu faço isso – não significa nada.
Alcançando, agarrando, esfregando, gritando. PORRA! Todo esse barulho: por quê?
E quanto àquelas pessoas cujas vidas eu afeto? Foda-se, eles ganharam … certo?

Não importa – aquelas garotas gostosas nos fuderam no ensino médio, certo? Nós fomos vitimados durante toda a nossa vida. É justo que nós devolvamos certo?

Contanto que estejamos distraídos o suficiente para não perceber essa sensação de inferioridade quando somos forçados a ficar sentados sozinhos por 5. … porra … minutos.
Ou talvez aconteça naquelas noites – aquelas noites em que essa rotina não o cortou.
Naquela noite, todos os outros, até eu, passaram por isso uma vez. Naquela noite eu tive que dormir à força por conta própria, porque eu não podia pregar com aquele FHB12 com as pernas que eu jurei que seriam minha salvação.
Ninguém vai nos salvar.

Nós rastejamos longe demais, muito fundo e por muito tempo para qualquer outra pessoa compreender o nosso dilema. E condene-os se eles nos pedem para nos justificar.

Nós ganhamos o nosso direito de conquistar, reclamar, sentir-se bem por aqueles poucos minutos … talvez horas, de gloriosa e gloriosa foda – para acumular toda essa energia, para sacudir nossos próprios ossos em busca daqueles 10 segundos de absoluta felicidade …
…flutuando

… flutuando no nada absoluto. Felicidade. Esquecido e nutrido por 10 segundos inteiros.
Foi bom para você?
Ela nem fala, e ela se mete em seu peito. Quente, radiante, suave; lindo. E tudo está bem … finalmente – é isso que estamos procurando.

Essa sensação de contentamento, sentindo-se como um Deus no topo da montanha, olhando para baixo e sentindo-se seguro, quente, e feliz.

Quanto tempo dura para você? Uma noite? Uma semana? Um mês? Até o período da lua de mel acabar?
O que então?
O que você faz quando acha algo mais brilhante, mais brilhante, mais feliz, melhor? E você é deixado para trás porque você não sabe como continuar pressionando seus interruptores de atração?
O que fazes, então?
Próximo.
Até que fim?
Enxague e repita.
Porra.
Como nós deixamos chegar a isso? PORRA!
E tudo o que tivemos que fazer foi olhar para dentro, fazer uma pergunta honesta e dar uma resposta honesta.

E NÓS FODEMOS SABER QUE ?! Certo? Em algum nível maldito, nós sabíamos que essa era a verdadeira resposta.
E ainda assim parecia muito mais difícil do que se afastar por horas aprendendo habilidade, depois de rotina, depois de pilha, depois de neg, depois de brincadeira ..
Após a rotina de conforto, após o AMOG, após a detonação do LMR, após a rotina de trio, após alta, após baixa, após superioridade, após inadequação…
só para finalmente (espero) acabar percebendo que precisamos nos fazer uma pergunta honesta, e dar uma resposta honesta:

Quem sou eu … realmente?
Por baixo de tudo isso, qual é a minha própria magia e por que acredito que outra pessoa será capaz de ver melhor do que eu.
Onde diabos está meu copo? E por que alguém mais precisa derramar minha mágica nisso?
É hora de desistir – tudo isso tentando impressionar todo mundo ao nosso redor, para que possamos sentir o que é ser aceito, ser banhado como heróis, ser apreciado.

Você acha que precisaria disso se aceitasse, tomara banho como herói e se apreciasse?
Você acha que você procuraria isso se você mesmo conhecesse sua própria magnificência? E sabia o suficiente para ser capaz de enriquecer e cumprir a vida de todos ao seu redor?

Isso NÃO seria mágica real?
….. Quem é você realmente? E qual é a sua mágica?
Não olhe para mim, não posso mostrar para você.
Há uma verdade lá há muito esquecida por você, e agora é a hora de cavar fundo, passando por todos esses esqueletos e lembranças feias em busca de seu próprio tesouro enterrado.
Quando você a encontrar, essa luz vai brilhar tão intensamente que até mesmo os cantos mais escuros irão conhecer sua beleza – e eles vão dançar, trazidos de volta à vida pelo seu poder …
Todos eles…
… E você também.
Jonathon
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